As formações florestais brasileiras armazenam vastos estoques de carbono. O país pode aumentar esse volume, mas são necessários esforços, como a redução drástica do desmatamento e o aumento das atividades de restauração com espécies nativas e silvicultura.
uso da terra
Os ganhos de escala das soluções de clima e natureza virão de lideranças empresariais
O agronegócio é frente fundamental para a redução de emissões de gases de efeito estufa. Iniciativas como a SB COP, lideradas por CEOs e conselheiros de grandes empresas tratam do que parece ser um novo paradigma neste campo: eficiência no uso de recursos naturais, especialmente solo, água e uso otimizado da terra.
Capital natural como uma classe de ativos
Para que a conservação e a regeneração da natureza sejam reconhecidas como uma classe de ativos, ainda há um longo caminho a ser percorrido para construir um ambiente com funcionamento conhecido e regras claras. Quando se trata de biodiversidade e serviços ecossistêmicos, são muitos os desafios.
O metabolismo geopolítico dos minerais estratégicos para a transição energética
Minerais críticos são estratégicos no principal assunto político-climático do momento, que é a transição energética. A geopolítica permeia o campo desses materiais, com diferentes tipos de desequilíbrio político-econômico ocorrendo entre países compradores e fornecedores.
O agronegócio, o capital natural e as regras do jogo climático
O Brasil, que conta com capacidade competitiva e grande relevância na segurança alimentar do planeta, com organizações de referência global e solidez acadêmica, não pode conviver com a rasa desconstrução do conceito de agronegócio que experimenta atualmente.
COP 28: o papel da filantropia na transformação de sistemas alimentares
Na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas realizada em Dubai, Roberto Waack participou do evento “Transformando Sistemas Alimentares em Face às Mudanças Climáticas”, no qual falou como a filantropia pode contribuir na construção de ações necessárias diante de emergências.
O ‘circo’ da COP e o Louvre de Abu Dhabi
A COP é um movimento civilizatório. Une dois pilares essenciais: a ciência e a racionalidade técnica às emoções ativistas e suas consequências forjadoras de políticas públicas nacionais e multilaterais. Racionalidade e emoção, regras do jogo e sociedade.
‘Amazônia não é algo isolado, é 60% do território nacional’
ENTREVISTA | O debate em torno da exploração de petróleo na foz do rio Amazonas, a Cúpula da Amazônia e o que é preciso para um modelo de desenvolvimento adequado às populações das diferentes amazônias foi o tema da conversa de Roberto Waack com Flávia Tavares, do canal de jornalismo Meio.
Como atuar em rede para promover transformações sistêmicas
As redes emergem como ferramenta mais adequada para lidar com problemas complexos em um ambiente de racionalidade limitada. Conheça algumas experiências práticas, como Uma Concertação pela Amazônia, Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e MapBiomas
Teremos um plano para a Amazônia?
O debate sobre a Amazônia merece uma análise crítica do documento vazado do Conselho Nacional da Amazônia Legal. A implementação de um rol tão denso de medidas não é possível sem a ampla participação livre, democrática e transparente da sociedade, nacional e internacional.









