Publicação | Nova edição amplia análise sobre protagonismo das florestas na agenda climática
Foi lançada a segunda edição da publicação “O Protagonismo das Florestas Brasileiras na Agenda Climática Global”, um estudo que mostra que, com desmatamento zero, expansão da restauração e fortalecimento da economia florestal, o Brasil pode transformar suas florestas em contribuição global contra a crise climática.
Filantropia em ação: experimentar para transformar
A força da filantropia não está na escala direta de atuação, mas na capacidade de ampliar o espaço do possível. Em um tempo em que o futuro já não pode ser descrito por projeções e modelos, abrir caminhos passa a ser tão importante quanto executar soluções.
Há uma janela histórica no mercado global de carbono; e o Brasil tem de aproveitá-la
A demanda por créditos de carbono no mundo é concreta e crescente, e a construção da arquitetura de um mercado global para sua comercialização avança. A restauração florestal em escala oferece a oportunidade ampla e eficiente para o país gerar créditos e ser protagonista nesse cenário.
The role of boards in the Age of Uncertainty
A atual era de grandes incertezas de disputas religiosas e territoriais, crise climática e revoluções tecnológicas traz maior exposição a riscos e, também, oportunidades únicas para as empresas. Este artigo traz reflexões após a realização de um encontro em Paris com representantes de conselhos de administração de diversos setores estratégicos.
Reflexões sobre governança, clima e incertezas
O período atual é especialmente marcado por situações em que a baixa visibilidade predomina, apresentando muitos riscos, mas, também, oportunidades. Governança, códigos de conduta e regulamentos das empresas precisam de adaptação e os conselhos, de repertório diversificado.
Publicação mostra que atuação em rede é resposta para lidar com problemas indomáveis
O aprendizado e experiências acumulados pelo Instituto Arapyaú em filantropia e fomento a redes foram sistematizados em uma publicação, onde se defende que esse modelo de atuação é indicada para enfrentar os chamados “wicked problems”.
Companhias de ativos naturais: uma nova fronteira de valor para o agronegócio
Estão surgindo novos modelos de negócios baseados na monetização e gestão de serviços ecossistêmicos, que fazem uso de modernas tecnologias para mensurar, reportar e auditar dados. Essa transformação do capital natural em uma classe de ativos depende de regras do jogo claras e previsíveis.
Agronegócio deveria liderar agenda climática nacional
A relação entre uso da terra, mudanças climáticas e segurança de recursos passa por transformação profunda, que traz oportunidade para o agronegócio assumir a liderança dessa agenda. Porém, há poucos sinais de que o setor esteja disposto a assumir esse papel.
ROBERTO S. WAACK
É membro dos conselhos da Marfrig, Wise Plásticos, WWF Brasil, Instituto Ethos, Instituto Ipê e Instituto Arapyaú e visiting fellow do Hoffman Center da Chatham House (Londres). Tem uma longa carreira como executivo e como empreendedor, tendo atuado em empresas nas áreas farmacêutica, de biotecnologia e florestas. Foi CEO da Fundação Renova, entidade responsável pela reparação do desastre de Mariana (MG), co-fundador e CEO da Amata S.A. e CEO da Orsa Florestal, além de diretor da Boehringer Ingelheim e Vallée. S.A. É cofundador da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. Atuação profissional com concentração em governança, planejamento e gestão estratégica, gestão tecnológica&inovação e sustentabilidade. Formado em biologia e mestre em administração de empresas pela USP.
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