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Transições climáticas e de recursos naturais: a urgência do presente na formatação do futuro

Novos caminhos de controle de recursos estão se abrindo, e o Brasil precisa definir como quer se posicionar nesse jogo global.

O que é necessário para bioeconomia se tornar um fenômeno global

A bioeconomia passou a ocupar espaço em fóruns internacionais, mas ainda não é percebida como estrutura global integrada.

O Protagonismo das Florestas Brasileiras na Agenda Climática Global

Publicação mostra caminhos para que o Brasil amplie sua cobertura florestal em 8 milhões de hectares até 2035.

Que o mundo fale cada vez mais de soluções concretas

A COP 30 deverá evidenciar a conexão entre clima e recursos naturais. No caso das florestas, são previstas demonstrações concretas de ações de grande escala. 

A escala das soluções de clima virão de lideranças empresariais

Iniciativas como a SB COP tratam do que parece ser um novo paradigma na agropecuária: eficiência no uso de recursos naturais e uso otimizado da terra.

Que a COP 30 ajude o mundo a falar cada vez menos de COPs e cada vez mais de soluções concretas

Que a COP 30 ajude o mundo a falar cada vez menos de COPs e cada vez mais de soluções concretas

Esta Conferência do Clima deverá evidenciar a conexão entre clima e recursos naturais, com as florestas no centro do debate. Nesse campo, são previstas demonstrações concretas de ações de grande escala. Talvez esta COP também veja uma “passagem de bastão” para o setor empresarial, diante das limitações de governos para lidar com a crise climática.

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Os ganhos de escala das soluções de clima e natureza virão de lideranças empresariais

Os ganhos de escala das soluções de clima e natureza virão de lideranças empresariais

O agronegócio é frente fundamental para a redução de emissões de gases de efeito estufa. Iniciativas como a SB COP, lideradas por CEOs e conselheiros de grandes empresas tratam do que parece ser um novo paradigma neste campo: eficiência no uso de recursos naturais, especialmente solo, água e uso otimizado da terra.

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ROBERTO S. WAACK

É membro dos conselhos da Marfrig, Wise Plásticos, WWF Brasil, Instituto Ethos, Instituto Ipê e Instituto Arapyaú e visiting fellow do Hoffman Center da Chatham House (Londres). Tem uma longa carreira como executivo e como empreendedor, tendo atuado em empresas nas áreas farmacêutica, de biotecnologia e florestas. Foi CEO da Fundação Renova, entidade responsável pela reparação do desastre de Mariana (MG), co-fundador e CEO da Amata S.A. e CEO da Orsa Florestal, além de diretor da Boehringer Ingelheim e Vallée. S.A. É cofundador da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. Atuação profissional com concentração em governança, planejamento e gestão estratégica, gestão tecnológica&inovação e sustentabilidade. Formado em biologia e mestre em administração de empresas pela USP.

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