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Publicação amplia análise sobre protagonismo das florestas na agenda climática

Segunda edição de estudo sobre florestas analisa todos os biomas brasileiros e aborda adaptação e financiamento

Há uma janela histórica no mercado global de carbono; e o Brasil tem de aproveitá-la

A demanda por créditos de carbono é concreta, e a restauração florestal em escala oferece a chance de o Brasil ser protagonista

Reflexões sobre governança, clima e incertezas

Diante do atual cenário de incertezas e complexidade, empresas e conselhos precisam de adaptação e repertórios diversificados.

Companhias de ativos naturais: nova fronteira de valor para o agronegócio

Transformação do capital natural, como serviços ecossistêmicos, em classe de ativos depende de regras claras e previsíveis.

Agronegócio deveria liderar agenda climática nacional

Relação entre uso da terra, mudanças climáticas e segurança de recursos está passando por uma transformação profunda.

Transições climáticas e de recursos naturais: a urgência do presente na formatação do futuro

Novos caminhos de controle de recursos estão se abrindo, e o Brasil precisa definir como quer se posicionar nesse jogo global.

O mundo através das paisagens

O mundo através das paisagens

A abordagem da paisagem revela o mundo integrando dados técnicos, percepções, desejos e anseios da comunidade local e a arte. Não se trata de algo intangível ou teórico. Abordar a Amazônia dessa forma aumenta as possibilidades de se tratar com o devido respeito esse território.

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Debate | Riscos e impactos do ESG

Debate | Riscos e impactos do ESG

As letras do ESG precisam conversar, e essa conversa ocorre no campo das externalidades. Identificá-las e entender o valor delas para a organização é um desafio, mas traz oportunidades de novos modelos de negócio, afirmou Roberto Waack durante o 1º Fórum LIDE ESG.

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Uma abordagem multiespectral pela Amazônia

Uma abordagem multiespectral pela Amazônia

O triângulo formado por cobiça, riqueza e (des)ocupação, que está na raiz dos problemas na região, precisa ser engolido pela Tripla Revolução da produção, do conhecimento e da governança – abordagem necessária para lidar com a complexidade da região.

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A Amazônia que nos une

A Amazônia que nos une

A Amazônia não comporta simplificações. A construção de visões para o desenvolvimento sustentável na região passa por uma transformação da relação dos brasileiros com esse bioma a partir do conhecimento da região e da escuta atenta ao que querem as e os amazônidas.

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ROBERTO S. WAACK

É membro dos conselhos da Marfrig, Wise Plásticos, WWF Brasil, Instituto Ethos, Instituto Ipê e Instituto Arapyaú e visiting fellow do Hoffman Center da Chatham House (Londres). Tem uma longa carreira como executivo e como empreendedor, tendo atuado em empresas nas áreas farmacêutica, de biotecnologia e florestas. Foi CEO da Fundação Renova, entidade responsável pela reparação do desastre de Mariana (MG), co-fundador e CEO da Amata S.A. e CEO da Orsa Florestal, além de diretor da Boehringer Ingelheim e Vallée. S.A. É cofundador da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. Atuação profissional com concentração em governança, planejamento e gestão estratégica, gestão tecnológica&inovação e sustentabilidade. Formado em biologia e mestre em administração de empresas pela USP.

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